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Matérias-primas críticas

As matérias-primas críticas ligam o acordo à resiliência industrial, à transição energética, às cadeias tecnológicas e ao posicionamento estratégico de longo prazo.

NióbioLítioCadeias de abastecimento
82 %Parcela do nióbio importado pela UE proveniente do Mercosul
88,8 %Participação do Brasil no processamento mundial de nióbio
11 %Participação da Argentina no processamento mundial de lítio
13 %Parcela do abastecimento europeu de grafite natural a partir do Brasil

Porque este tema importa

O material oficial da UE afirma claramente que a União não é autossuficiente em várias matérias-primas críticas e continuará dependente de importações para usos industriais essenciais.

O papel do Mercosul

A ficha europeia aponta em especial o Brasil para nióbio, grafite, silício metálico, manganês, vanádio e tântalo, e a Argentina para lítio. Por isso, o dossier interessa não só a exportadores, mas também a fabricantes atentos à segurança do abastecimento.

Ângulo empresarial

Para empresas industriais, tecnológicas ou energéticas, o acordo importa tanto a montante como a jusante. Pode influenciar a estratégia de aprovisionamento, o planeamento industrial e a competitividade de longo prazo.

Fontes oficiais